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Psicologia Positiva: o otimismo como recurso para a felicidade, por Alexandre Pereira
Psicologia Positiva: o otimismo como recurso para a felicidade, por Alexandre Pereira

Antonio Alexandre Pereira Junior
Graduado em Psicologia pela Universidade Estadual de Maringá
Especialista em Psicopedagogia pela Universidade Estadual de Maringá
Mestre em Educação pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho

 

Martin Seligman, um psicólogo norte-americano, inaugurou na década de 1990 um movimento chamado Psicologia Positiva que vem ganhando destaque nos meios científicos desde então. De acordo com Nunes (2007), o movimento da Psicologia Positiva emerge como tentativa de romper o viés negativo sobre o desenvolvimento humano através do estudo dos aspectos positivos presentes nos indivíduos.

As pesquisas de Seligmam, bem como de simpatizantes deste movimento, chamam atenção para o potencial humano e para a felicidade. Estes pesquisadores assumem como objeto de suas investigações: o funcionamento saudável ou adaptativo, ou seja, como as pessoas em situação do dia a dia usufruem do melhor de suas vidas e as interações entre as características pessoais e as experiências positivas.

Para a Psicologia Positiva, são justamente estas interações entre as características pessoais e experiências positivas que permitem o funcionamento saudável. À exemplo deste funcionamento adaptativo tomemos o otimismo.

Como esta característica surge e se desenvolve? Seligman considera o otimismo como uma disposição para avaliar o futuro de maneira positiva. Esta disposição é produto de interações entre as características pessoais, hereditárias e as experiências positivas otimistas.

Pensado a partir da Psicologia Positiva, o comportamento otimista tem bases hereditárias que são influenciados por experiências positivas otimistas. Assim, uma pessoa que experimenta situações diárias de otimismo está mais propensa a desenvolver uma espécie de ‘matriz’ comportamental, otimista. Já as pessoas que experimentam diariamente situações negativas relacionadas aos comportamentos otimistas, tendem a desenvolver ‘matrizes’ de desesperança e desmotivação.

A felicidade, para a Psicologia Positiva, é considerada uma disposição para percepção ampliada dos afetos positivos, quando comparados aos afetos negativos. Uma pessoa feliz possui esperança num futuro promissor, e aí está a relação entre otimismo e felicidade. As pessoas otimistas tendem a se perceberem mais felizes.

A Psicologia Positiva, ao descrever o funcionamento adaptativo que considera a experiência positiva como matriz de comportamento otimista, colabora para o desenvolvimento de atitudes prospectivas.

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