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Atuação do fisioterapeuta na Unidade de Terapia Intensiva, por Michele da Matta
Atuação do fisioterapeuta na Unidade de Terapia Intensiva, por Michele da Matta

Michele da Matta
Graduada em Fisioterapia pela Universidade Estadual do Centro-Oeste
Aperfeiçoamento em Fisioterapia Pediátrica pelo Hospital Infantil Pequeno Príncipe
Especialista em Fisioterapia Cardiorrespiratória pelo Colégio Brasileiro de Estudos Sistêmicos

 

A fisioterapia na Terapia Intensiva é uma área que viveu grande evolução nos últimos anos. No decorrer da história, a fisioterapia sofreu diversas oscilações e até hoje passa por reformulações e novos estudos, assim como todas as áreas da saúde.

Na Unidade de Terapia Intensiva, a fisioterapia faz parte da equipe multidisciplinar no atendimento aos pacientes críticos, sendo que sua atuação se faz presente em diversos momentos do tratamento intensivo.

Durante a internação, o paciente é observado por toda a equipe, que deverá considerar todos os fatores que possam interferir na recuperação e/ou que podem gerar complicações no quadro clínico.

A fisioterapia possui um papel fundamental no tratamento e recuperação do paciente grave em UTI, pois sua principal atribuição é realizar uma avaliação global do paciente e identificar os prováveis problemas do sistema respiratório, cardiovascular e motor, aplicando o tratamento fisioterapêutico adequado para tratá-los.

Na parte respiratória, o fisioterapeuta é responsável pela ventilação, através da oxigenioterapia, ventilação mecânica, com regulação dos parâmetros, até a sua retirada (extubação). Atua através de manobras para promover higiene brônquica (retirar secreções), manobras que promovem reexpansão ou desinsuflação pulmonar.

A fisioterapia respiratória, em conjunto com a fisioterapia motora, serve para potencializar os efeitos de tratamento e diminuir os efeitos deletérios da imobilidade no leito. Podemos destacar a mobilização passiva precoce e a realização
de exercícios ativos e ativo-assistidos. O paciente pode ser retirado do leito mesmo durante o período de intubação na ventilação mecânica. Todas as intervenções contribuem para evitar o declínio funcional, melhorar a qualidade de vida, diminuir os custos assistenciais e acelerar a alta do paciente.

A fisioterapia, ciência capaz de promover a recuperação e preservação da funcionalidade através do movimento humano e suas variáveis, enquadra-se com destaque nesta nova perspectiva assistencial e de gestão na equipe multiprofissional, tornando-se imprescindível na Unidade de Terapia Intensiva.

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