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A profissão do futuro, por Fabricio Duda e Leocir Bettiollo Junior
A profissão do futuro, por Fabricio Duda e Leocir Bettiollo Junior

Fabricio Duda
Graduado em Matemática pela Universidade Estadual do Centro-Oeste
Especialista em Ensino da Matemática pela Universidade Estadual do Centro-Oeste
Mestre em Desenvolvimento Econômico pela Universidade Federal do Paraná

 

Leocir Bettiollo Junior
Graduado em Matemática pela Universidade Estadual do Centro-Oeste
Graduado em Análise de Sistemas pela Universidade Estadual do Centro-Oeste
Especialista em Ensino da Matemática pela Universidade do Vale do Itajaí
Especialista em MBA em Gestão do Conhecimento na Educação Superior pela Faculdade Guairacá
Mestre em Métodos Numéricos em Engenharia pela Universidade Federal do Paraná

 

Quando se pergunta para crianças qual profissão elas desejam ter quando crescer, facilmente escutamos as seguintes respostas: médico, bombeiro, professor. Quando perguntamos qual o motivo, muitas vezes nos deparamos com uma resposta simples, mas de um sentimento muito complexo: para ajudar os outros.

Desde cedo percebemos essa necessidade de sermos úteis aos próximos, porém, com o passar do tempo esse panorama vai se alterando, pois ao perguntar para jovens e adolescentes qual profissão eles desejam ter no futuro, escutamos que desejam ser engenheiros, advogados, empresários. Alguns ainda respondem que querem ser médicos, porém, aquele sentimento, de ajuda ao próximo, já não é discurso frequente e na maioria das vezes a resposta PROFESSOR já não aparece nessas simples pesquisas. Por quais motivos isso acontece? Falta incentivo? Faltam perspectivas? Como podemos mudar essa situação?

Percebemos que a procura por um curso superior se intensificou nos últimos anos, porém, notamos que os cursos de licenciatura tiveram significante queda no número de alunos ingressantes, tanto no ensino público, como particular, e que o número de desistências se mostrou bastante alto, tendo uma redução de alunos formados nessa área. Após esse diagnóstico, surgem outras perguntas: o mercado está saturado? A remuneração é adequada? A rotina é desgastante?  Juntando-se essas perguntas com as anteriores temos uma visão que as licenciaturas estão com os dias contados.

Mas afirmamos que as licenciaturas não estão com os dias contados. A profissão de professor sempre se fará necessária. Segundo Geni Moura da Costa, em ‘Professor é profissão do futuro’ publicado em 04 de junho de 2010, “…o papel do professor é primordial na formação do indivíduo e, por consequência, da sociedade. A história da humanidade conta com inúmeros personagens, desde os grandes pensadores e pesquisadores, homens das letras, artes e ciência, até pais, mães e chefes de pequenas comunidades, que se tornaram importantes mestres na difusão de conhecimentos e culturas…”. Percebemos que a profissão de professor foi, é e sempre será importante para o desenvolvimento de cada um e na somatória desse desenvolvimento teremos uma sociedade mais desenvolvida, seja nos aspectos sociais, intelectuais, materiais, entre outros. O que precisamos é rever a formação desses profissionais, rever as políticas públicas de incentivo à profissão, rever a rotina desses profissionais, as condições de trabalho e equilibrar a remuneração da categoria.

Após essa reflexão percebe-se a necessidade de uma reinvenção desta profissão, pois apesar de tudo isso, podemos dizer que PROFESSOR será a profissão do futuro, tanto do futuro individual de cada ser, como do futuro da sociedade e esse futuro dependerá muito de como for tratada essa profissão hoje.

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