Webmail
Atendimento: (42) 3622-2000
Facebook Faculdade Guairacá
Instagram Faculdade Guairacá
Youtube Faculdade Guairacá
Twitter Faculdade Guairacá
Faculdade Guairacá
A importância dos clássicos, por Marcos Brasil
A importância dos clássicos, por Marcos Brasil

Marcos Roberto Brasil
Graduado em Educação Física Bacharelado e Licenciatura pela Faculdade Guairacá
Especialista em Educação Física Escolar pela Faculdade Guairacá
Especialista em Atividade Física e Saúde pela Universidade Estadual do Centro-Oeste
Mestre em Educação Física pela Universidade Estadual de Londrina
Doutorando em Educação Física pela Universidade Estadual de Londrina

 

Por que é tão importante assim ler um livro? E mais, um livro de papel! Como diria o sociólogo Alemão Ulrick Beck, a sociedade não está mudando, mas sim, estamos vivenciando uma metamorfose do mundo, onde as mudanças são mais radicais, “pois vivemos num mundo que não está apenas mudando, mas está se metamorfoseando” (BECK, 2018, p. 15). E com essas mudanças, ler um livro torna-se uma tarefa árdua. Mas calma, para tranquilizá-los é possível verificar que, para aqueles próprios que se denominam leitores, sempre irá restar um vasto número de obras ainda não lidas.

Calvino (1993) ressalta que ler uma grande obra pela primeira vez, na idade adulta, é um prazer extraordinário, diferente se comparado a uma leitura da juventude. A leitura na juventude, por vezes, pode não ser profícua, pela própria impaciência, distração, inexperiência do leitor. Por isso, se torna importante existir um tempo na vida adulta dedicado a revisar as leituras da juventude, ou até mesmo iniciar novas leituras. Se os textos não mudam, as pessoas, por outro lado, modificam-se constantemente e o olhar a essa leitura é um encontro novo.

Ademais, podemos descrever clássico como uma obra “que nunca terminou de dizer aquilo que tinha para dizer” (CALVINO, 1993, p. 11). Independentemente ser algo antigo ou que acabou de ser publicado. Dito de outra forma, nunca será perda de tempo recomendar a leitura de obras tradicionais ou atuais, porém essa leitura deve ser “direta da fonte”, ou seja, devemos evitar a leitura de terceiros, e explorar a nossa própria interpretação sobre o texto.

Pode-se concluir, portanto, que um dos lugares mais propícios para esse processo é a faculdade, e fazer compreender que a apropriação de uma obra é poder entender o que o autor diz, em outras palavras, quanto mais (re)lemos, mais fatos novos se revelam, tornando a leitura algo totalmente diferente.

Rua XV de Novembro, 7050 - Centro | 85010-000 | Guarapuava-PR